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	<title>Vinícius Santoro &#187; TI</title>
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	<description>Um blog sobre TI, fotografia, música, cinema, livros e muito mais.</description>
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		<title>Como integrar o GLPI e o AD (Active Directory)</title>
		<link>http://www.viniciussantoro.com.br/2010/07/como-integrar-o-glpi-e-o-ad-active-directory/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 17:05:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Santoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[Active Directory]]></category>
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		<description><![CDATA[A integração do GLPI com alguma outra solução, neste caso o Active Directory, é o que mais traz leitores para meu site e o que mais faz com que eles venham a me enviar um e-mail. Apesar de parecer complexo, o processo de integração de tais soluções é extremamente simples, bastando apenas à interpretação e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A integração do GLPI com alguma outra solução, neste caso o Active Directory, é o que mais traz leitores para meu site e o que mais faz com que eles venham a me enviar um e-mail.</p>
<p>Apesar de parecer complexo, o processo de integração de tais soluções é extremamente simples, bastando apenas à interpretação e o preenchimento de forma correta dos campos solicitados.</p>
<p>Assim como no outro artigo, estou partindo que você já possui o <a href="http://www.viniciussantoro.com.br/2010/01/como-instalar-o-glpi/" target="_self">GLPI </a>instalado e a extensão php-ldap habilitada.</p>
<p>Então vamos lá:</p>
<p><span id="more-89"></span>1. Acesse o menu de configuração de autenticação do GLPI<br />
<em>Configurar – Autenticação</em></p>
<p>2. Selecione a opção Diretório LDAP</p>
<p>3. Inicie uma nova configuração clicando no sinal de positivo (+)</p>
<p>4. Selecione a Pre-Configuração Active Directory</p>
<p>5. Preencha os campos de forma correta, seguindo os exemplos abaixo:<br />
<strong>&#8212; Diretório LDAP &#8212;</strong><br />
<strong>Nome:</strong> SERVERAD01 – Nome que você gostaria de fornecer para a conexão<br />
<strong>Servidor:</strong> 192.168.0.1 – IP do servidor do AD<br />
<strong>Portal LDAP:</strong> 389 – Porta para a conexão com o AD<br />
<strong>Basedn:</strong> dc=viniciussantoro,dc=com – Nome do controlador de domínio (ex.: se seu domínio é joão.com.br seu parâmetro irá ser dc=joão,dc=com,dc=br)<br />
<strong>rootdn:</strong> Vinicius – Nome do usuário que tem permissão para conectar no AD (sempre sugiro que seja um usuário que não sofra nenhum política de segurança, pois tais usuários tendem a dar problema)<br />
<strong>Pass:</strong> 123456 – Senha do usuário fornecido a cima<br />
<strong>Campo de Login:</strong> samaccountname – Nome que os usuários irão utilizar para logar (neste caso o samaccountname é a mesma coisa que o nome de usuário. Ex.: vinicius.santoro)<br />
<strong>Filtro da conexão:</strong> (&amp;(objectClass=user)(objectCategory=person)) – Com esse parâmetro ele irá autenticar apenas usuários<br />
<strong>Usa TLS:</strong> Não – Caso você utilize TLS (atualmente SSL) na conexão com o AD ative essa opção<br />
<strong>Fuso horário:</strong> GMT – 3 hora(s) – Fuso horário da sua região<br />
<strong>Como os alias do LDAP devem ser manipulados:</strong> Nunca dês-referenciado(Por Padrão)</p>
<p><strong>&#8212; Pertencer a Grupo &#8212;</strong><br />
Os campos que devem ser alterados são:<br />
<strong>Filtro para pesquisar em grupos:</strong> (objectClass=user) – Indica que tipo de usuário ele irá procurar nos grupos<br />
<strong>Usar DN na pesquisa:</strong> SIM – Se ele irá utilizar DN na pesquisa dos campos</p>
<p><strong>&#8212; Links GLPI/LDAP &#8212;</strong><br />
Os campos que devem ser alterados são:<br />
<strong>Sobrenome:</strong> sn<br />
<strong>Comentários:</strong> info</p>
<p>6. Envie suas configurações</p>
<p>7. Teste as clicando no botão <em>Enviar</em> que está localizado abaixo de<em> Teste de conexão ao diretório LDAP</em></p>
<p>Caso as configurações sejam feitas corretamente, uma mensagem dizendo “<em>Testado com sucesso (Servidor principal : NOME_DO_SERVIDOR)” </em>irá aparecer. Caso haja algum problema, repita as etapas. Aconselho que copie e cole os filtros de conexão, pois geralmente há erros de digitação neles.</p>
<p>Dúvidas, sugestões, correções ou críticas, por favor, entre em contato via comentário ou e-mail.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bloquear acesso do root via SSH</title>
		<link>http://www.viniciussantoro.com.br/2010/03/bloquear-acesso-do-root-via-ssh/</link>
		<comments>http://www.viniciussantoro.com.br/2010/03/bloquear-acesso-do-root-via-ssh/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 18:28:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Santoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[brute force]]></category>
		<category><![CDATA[root]]></category>
		<category><![CDATA[ssh]]></category>
		<category><![CDATA[sshd]]></category>
		<category><![CDATA[sshd_config]]></category>

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		<description><![CDATA[Segue uma dica simples, porém extremamente útil para ajudar na segurança do seus servidores Linux. Como muitos ataques de força bruta (brute force), são feitos no usuário root, é extremamente recomendável que se desabilite o login dele via SSH. Para utilizá-lo, você deve logar com outro usuário e depois dar o comando SU (Substitute User). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue uma dica simples, porém extremamente útil para ajudar na segurança do seus servidores Linux.</p>
<p>Como muitos ataques de força bruta (brute force), são feitos no usuário root, é extremamente recomendável que se desabilite o login dele via SSH. Para utilizá-lo, você deve logar com outro usuário e depois dar o comando SU (Substitute User).</p>
<p>Para executar tal bloqueio, faça os seguintes passos:</p>
<ol>
<li>Edite o arquivo /etc/ssh/sshd_config;</li>
<li>Descomente a linha #PermitRootLogin (retirando o #);</li>
<li>Troque o yes (na frente do PermitRootLogin), para no;</li>
<li>Feche o arquivo salvando;</li>
<li>Reinicie o serviço do SSHD;</li>
</ol>
<p>Pronto. Agora o root não pode logar via SSH.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como instalar o Nagios + Plugins</title>
		<link>http://www.viniciussantoro.com.br/2010/03/como-instalar-o-nagios-plugins/</link>
		<comments>http://www.viniciussantoro.com.br/2010/03/como-instalar-o-nagios-plugins/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Santoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[Instalação]]></category>
		<category><![CDATA[instalar nagios]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[nagios]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem não conhece o Nagios é uma poderosa ferramenta para monitoramento de servidores. Ele possui a capacidade de monitorar desde serviços até mesmo o hardware. Antes de iniciar a instalação do Nagios gostaria de salientar que, neste artigo, não irei explicar como configurar os plugins. A instalação do Nagios pode ser feita de 2 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem não conhece o Nagios é uma poderosa ferramenta para monitoramento de servidores. Ele possui a capacidade de monitorar desde serviços até mesmo o hardware.</p>
<p>Antes de iniciar a instalação do Nagios gostaria de salientar que, <strong>neste artigo</strong>, não irei explicar como configurar os plugins.</p>
<p>A instalação do Nagios pode ser feita de 2 (duas) maneiras: pelo código fonte (nosso caso) ou via gerenciador de pacotes.</p>
<p><small>Nota1: para escrever este artigo foi utilizada a distribuição Fedora Core 11.</small><br />
<span id="more-67"></span><br />
<strong>Parte 1 – Solucionando dependências</strong><br />
<code>1. Instale o apache e o php<br />
# yum install httpd<br />
# yum install php</code></p>
<p><code>2. Instale um compilador C<br />
# yum install gcc</code></p>
<p><code>3. Instale o email sender<br />
# yum install mailx</code></p>
<p><code>4. Instale as bibliotecas gráficas<br />
# yum install gd<br />
# yum install gd-devel</code></p>
<p><strong>Parte 2 – Instalando o Nagios</strong><br />
<code>1. Crie um usuário para o nagios<br />
# useradd –m nagios<br />
# passwd nagios<br />
# usermod –G nagios nagios</code></p>
<p><code>2. Crie o grupo nagcmd pois através dele que será possível submeter comandos externos pela interface web do nagios<br />
# groupadd nagcmd<br />
# usermod –G nagcmd nagios<br />
# usermod –G nagcmd apache</code></p>
<p><code>3. Crie a pasta /opt/nagios-source<br />
# mkdir /opt/nagios-source<br />
# cd /opt/nagios-source</code></p>
<p><code>4. Efetue o download do Nagios (neste artigo, utilizamos a versão 3.1.2)<br />
# wget <a href="http://prdownloads.sourceforge.net/sourceforge/nagios/nagios-3.1.2.tar.gz" onclick="urchinTracker('/outgoing/prdownloads.sourceforge.net/sourceforge/nagios/nagios-3.1.2.tar.gz?referer=');">http://prdownloads.sourceforge.net/sourceforge/nagios/nagios-3.1.2.tar.gz</a></code></p>
<p><code>5. Descompacte o conteúdo<br />
# tar -zxvf nagios-3.1.2.tar.gz<br />
# cd nagios-3.1.2/</code></p>
<p><code>6. Verifique as dependências do Nagios<br />
# ./configure --with-command-group=nagcmd</code></p>
<p><code>7. Compile o Nagios (caso não haja nenhum erro na etapa anterior)<br />
# make all</code></p>
<p><code>8. Instale o Nagios (caso não haja nenhum erro na etapa anterior)<br />
# make install</code></p>
<p><code>9. Instale os scripts de inicialização do Nagios<br />
# make install-init</code></p>
<p><code>10. Instale os arquivos de exemplo de configuração<br />
# make install-config</code></p>
<p><code>11. Instale o arquivo que dará as permissões corretas nas pastas<br />
# make install-commandmode</code></p>
<p><code>12. Instale os arquivos de configuração Web (para configurar o apache)<br />
# make install-webconf</code></p>
<p><code>13. Defina a senha de acesso para a página do Nagios<br />
# htpasswd –c /usr/local/nagios/etc/htpasswd.users nagiosadmin</code></p>
<p><code>14. Inclua o serviço do Nagios no boot do equipamento<br />
# chkconfig --add nagios<br />
# chkconfig --level 345 nagios on</code></p>
<p><code>15. Reinicie o apache<br />
# service httpd restart</code></p>
<p><code>16. Inicie o serviço do Nagios<br />
# service nagios start</code></p>
<p><code>17. Crie um link simbólico para facilitar a execução do nagios<br />
# ln -s /usr/local/nagios/bin/nagios /usr/local/bin</code></p>
<p><strong>Parte 3 &#8211; Instalando os plugins</strong></p>
<p><code>1. Acesse a pasta /opt/nagios-source criada anteriormente<br />
# cd /opt/nagios-source</code></p>
<p><code>2. Efetue o download do Nagios Plugin (neste artigo, utilizamos a versão 1.4.13)<br />
# wget <a href="http://prdownloads.sourceforge.net/sourceforge/nagiosplug/nagios-plugins-1.4.13.tar.gz" onclick="urchinTracker('/outgoing/prdownloads.sourceforge.net/sourceforge/nagiosplug/nagios-plugins-1.4.13.tar.gz?referer=');">http://prdownloads.sourceforge.net/sourceforge/nagiosplug/nagios-plugins-1.4.13.tar.gz</a></code></p>
<p><code>3. Descompacte o conteúdo<br />
# tar -zxvf nagios-plugins-1.4.13.tar.gz<br />
# cd nagios-plugins-1.4.13/</code></p>
<p><code>4. Verifique as dependências do Nagios Plugin<br />
# ./configure --with-nagios-user=nagios --with-nagios-group=nagios </code></p>
<p><code>5. Compile o Nagios Plugin (caso não haja nenhum erro na etapa anterior)<br />
# make all</code></p>
<p><code>6. Instale o Nagios Plugin (caso não haja nenhum erro na etapa anterior)<br />
# make install</code></p>
<p>Pronto. Seu Nagios já está devidamente instalado.<br />
Dúvidas, sugestões, críticas ou correções entre em contato.</p>
<p>Obs: Caso você tenha problemas com o statusmap.cgi, execute os seguintes passos:</p>
<p><code>1. Volte para a pasta do fonte do Nagios e limpe o cache de instalação:<br />
# cd /opt/nagios-source/nagios-3.1.2<br />
#  make devclean</code></p>
<p><code>2. Reconfigure antes de compilar apontando o caminho das bibliotecas do sistema<br />
#  ./configure --with-gd-lib=/usr/lib --with-gd-inc=/usr/include</code></p>
<p><code>3. Reconfigure o grupo do command do Nagios<br />
# ./configure --with-command-group=nagcmd</code></p>
<p><code>4. Compile tudo novamente<br />
# make all; make install; make install-init; make install-config; make install-commandmode; make install-webconf</code></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como integrar o GLPI e o OCS Inventory NG</title>
		<link>http://www.viniciussantoro.com.br/2010/02/como-integrar-o-glpi-e-o-ocs-inventory-ng/</link>
		<comments>http://www.viniciussantoro.com.br/2010/02/como-integrar-o-glpi-e-o-ocs-inventory-ng/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 13:11:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Santoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[GLPI]]></category>
		<category><![CDATA[integrar glpi e ocs]]></category>
		<category><![CDATA[ocs]]></category>
		<category><![CDATA[ocs inventory]]></category>
		<category><![CDATA[ocs-ng]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das grandes dúvidas que mais atrai leitores ao meu blog é: “Como integrar a solução GLPI + OCS NG?” De fato essa solução é muito completa, porém, não existe dificuldade alguma para integrar tais soluções. Estou partindo do ponto que você já leu meus dois artigos anteriores e já instalou os dois sistemas, GLPI [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das grandes dúvidas que mais atrai leitores ao meu blog é: “Como integrar a solução GLPI + OCS NG?”</p>
<p>De fato essa solução é muito completa, porém, não existe dificuldade alguma para integrar tais soluções.</p>
<p>Estou partindo do ponto que você já leu meus dois artigos anteriores e já instalou os dois sistemas, <a href="http://www.viniciussantoro.com/2008/09/como-instalar-o-glpi-no-linux/" target="_self" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.viniciussantoro.com/2008/09/como-instalar-o-glpi-no-linux/?referer=');">GLPI </a>e <a href="http://www.viniciussantoro.com/2008/09/como-instalar-o-ocs-inventory-ng/" target="_self" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.viniciussantoro.com/2008/09/como-instalar-o-ocs-inventory-ng/?referer=');">OCS</a>.</p>
<p>Diferente das outras versões, a partir da versão 0.72 do GLPI já possui a opção nativa de integrar as soluções, ou seja, não é necessário instalar o plugin do OCS NG que está no site do GLPI.</p>
<p><span id="more-62"></span></p>
<p>Chega de blá blá blá e vamos ao que interessa:</p>
<p>1. Ative o Modo OCS NG</p>
<p>Para isso, se autentique no GLPI e vá até o item <em>Configurar – Geral</em>. Procure pela aba <em>Restrições</em>. Neste local você vai encontrar a opção <em>Ativar modo OCS-NG</em>, basta habilitá-la trocando para <em>Sim</em>.</p>
<p>2. Configure a conexão entre os servidores</p>
<p>Entre em <em>Configurar – Modo OCS-NG</em>; feito isso, remova a conexão já criada (<em>localhost</em>) e clique no <em>sinal de positivo</em> (<em>+</em>) para adicionar uma nova conexão.</p>
<p>A grande parte das dúvidas, está no preenchimento dos campos. Normalmente, o motivo da falha no sincronismo é esse. Os campos devem ser preenchidos da seguinte forma:</p>
<p><strong>Nome:</strong> Nome que você gostaria de dar para essa configuração (ex.: Matriz)</p>
<p><strong>Servidor do OCS-NG:</strong> IP do servidor que está com o OCS Inventory NG instalado (Caso esteja no mesmo servidor: localhost)</p>
<p><strong>Nome do banco de dados do OCS-NG:</strong> Nome do banco de dados do OCS Inventory NG (Não tenha alterado as configurações na instalação do OCS-NG: ocsweb)</p>
<p><strong>Usuário do banco de dados do OCS-NG: </strong>Usuário com permissão para conectar no banco de dados do OCS Inventory NG (Caso esteja utilizando a configuração padrão do MySQL, você poderá utilizar o usuário root)</p>
<p><strong>Senha do usuário do OCS-NG: </strong>Senha do usuário com permissão para conectar no banco de dados do OCS Inventory NG (Se utilizou a configuração padrão do MySQL e está utilizando o usuário root; esta senha deve estar em branco)</p>
<p>3. Clique em enviar</p>
<p>Um teste de conexão irá ser realizado e ele trará se o resultado foi positivo ou não</p>
<p>4. Selecione o que você deseja importar</p>
<p>Na lista de opções, selecione quais itens você gostaria de importar.</p>
<p>Caso você vá importar os softwares, é <strong>altamente recomendado</strong> deixar a opção<em> Usar o dicionário de software do OCS-NG</em> desabilitada, ou seja, como <em>não</em>. Caso isso não seja feito, os softwares não serão importados a menos que já estejam cadastrados no GLPI.</p>
<p>Pronto você já sincronizou as duas soluções.</p>
<p>Dúvidas, comentários, correções ou críticas, por favor, utilize os comentários ou o formulário de contato.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como instalar o OCS Inventory-NG</title>
		<link>http://www.viniciussantoro.com.br/2010/02/como-instalar-o-ocs-inventory-ng/</link>
		<comments>http://www.viniciussantoro.com.br/2010/02/como-instalar-o-ocs-inventory-ng/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 11:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Santoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[fedora]]></category>
		<category><![CDATA[gentoo]]></category>
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		<category><![CDATA[red hat]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem não conhece o OCS-NG, ele é um software, Open Source, que tem a finalidade de fazer o inventário automático das estações de trabalho. E o interessante de trabalhar com o OCS é a possibilidade de integrá-lo ao GLPI (próximo artigo). O intuito deste artigo não é explica como se instala o Apache ou suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem não conhece o OCS-NG, ele é um software, Open Source, que tem a finalidade de fazer o inventário automático das estações de trabalho. E o interessante de trabalhar com o OCS é a possibilidade de integrá-lo ao GLPI (próximo artigo).</p>
<p>O intuito deste artigo não é explica como se instala o Apache ou suas dependências; iremos apenas citar que é necessário o uso do mesmo.</p>
<p>Pré-requisitos do sistema:<br />
• Apache com suporte à PHP5;<br />
• Perl 5.6<br />
• Apache Mod_perl versão 1.29<br />
• Apache Mod_php versão 4.3.2 ou superior<br />
• Perl module XML::Simple versão 2.12<br />
<span id="more-58"></span>• Perl module Compress::Zlib versão 1.33<br />
• Perl module DBI versão 1.40<br />
• Perl module DBD::Mysql versão 2.9004<br />
• Perl module Apache::DBI versão 0.93<br />
• Perl module Net::IP versão 1.21<br />
• Perl module SOAP::Lite versão 0.66<br />
• Perl module XML::Entities versão 0.02</p>
<p>Requisitos de hardware (para funcionar com um ambiente de até 100 usuários):<br />
• Memória: 256 MB de ram;<br />
• Processador: Celeron 1.0.<br />
Como estamos falando de uma aplicação web, quanto mais usuários simultâneos, mais memória e processador serão necessários.</p>
<p>Nota: A distribuição utilizada para essa instalação foi Fedora Core 10. Caso use um sistema que não seja baseado em distribuição Red Hat, alguns comandos podem variar.</p>
<p>1. Instale o apache com suporte a PHP:<br />
# yum install httpd<br />
# yum install php</p>
<p>2. Instale o MYSQL:<br />
# yum install mysql</p>
<p>3. Instale o PERL:<br />
# yum install perl</p>
<p>4. Elimine os pacotes de dependências do PERL que o OCS-NG utiliza:<br />
# perl -MCPAN -e Shell<br />
cpan&gt; install XML::Simple<br />
cpan&gt; install Compress::Zlib<br />
cpan&gt; install DBI<br />
cpan&gt; install DBD::Mysql<br />
cpan&gt; install Apache::DBI<br />
cpan&gt; install Net::IP<br />
cpan&gt; install SOAP::Lite<br />
cpan&gt; install XML::Entities</p>
<p>5. Aloque 64MB de memória para o apache:<br />
# vi /etc/php.ini<br />
Procure a linha “memory_limit =” e altere para “memory_limit = 64M” (sem aspas)<br />
Salve e feche o arquivo</p>
<p>6. Inicie os serviços (como disse anteriormente, a configuração de tais itens não serão abordadas):<br />
# service httpd start; service mysqld start</p>
<p>7. Baixe o OCS-NG (estamos utilizando a versão 1.01 para efetuar tal tutorial):<br />
# wget <a href="http://ufpr.dl.sourceforge.net/sourceforge/ocsinventory/OCSNG_LINUX_SERVER_1.01.tar.gz" onclick="urchinTracker('/outgoing/ufpr.dl.sourceforge.net/sourceforge/ocsinventory/OCSNG_LINUX_SERVER_1.01.tar.gz?referer=');">http://ufpr.dl.sourceforge.net/sourceforge/ocsinventory/OCSNG_LINUX_SERVER_1.01.tar.gz</a></p>
<p>8. Descompacte os arquivos:<br />
# tar –zxvf OCSNG_LINUX_SERVER_1.01.tar.gz</p>
<p>9. Entre na pasta que foi criada:<br />
# cd OCSNG_UNIX_SERVER_1.01</p>
<p>10. Instale o OCSNG:<br />
# ./setup.sh</p>
<p>11. Reinicie o Apache:<br />
# service httpd restart</p>
<p>12. Acesse através do navegador o seu servidor/ocsreports:<br />
No meu caso: <a href="http://localhost/ocsreports" onclick="urchinTracker('/outgoing/localhost/ocsreports?referer=');">http://localhost/ocsreports</a></p>
<p>13. Será solicitado seu usuário e senha do mysql. Caso não tenha alterado as configurações:<br />
MySql Login: root<br />
MySql password: em branco<br />
MySql hostname: localhost</p>
<p>14. Clique em enviar. Caso tudo tenha corrido bem, você receberá o usuário e senha padrão:<br />
Usuário: admin<br />
Senha: admin</p>
<p>A instalação padrão é fácil de ser realizada. Os problemas ocorrem, geralmente, na instalação das dependências do Perl. Tive alguns problemas com distribuições baseadas em Debian.<br />
Caso você tenha algum problema, dúvida, sugestão ou reclamação, por favor, entre em contato.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; DICAS &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
Quando você instala o OCS Inventory-NG via apt-get ou yum, ele pede uma senha após você enviar as configurações do seu Banco de Dados. Esta senha, fica definida dentro de /etc/ocsinventory/htpasswd.setup, contudo, como você ainda não definiu uma senha para este arquivo, você não conseguirá autenticar. Para definir uma senha e resolver o problema execute o seguinte comando:<br />
# htpasswd /etc/ocsinventory/htpasswd.setup admin</p>
<p>Para efetuar a instalação sem utilizar o CPAN, você pode utilizar os seguintes comandos:<br />
No Fedora/Redhat:<br />
# yum install perl-XML-Simple<br />
# yum install perl-Compress-Zlib<br />
# yum install perl-DBI<br />
# yum install perl-DBD-MySQL<br />
# yum install perl-Apache-DBI<br />
# yum install perl-Net-IP<br />
# yum install perl-SOAP-Lite</p>
<p>No Debian:<br />
# apt-get install libxml-simple-perl<br />
# apt-get install libcompress-zlib-perl<br />
# apt-get install libdbi-perl<br />
# apt-get install libdbd-mysql-perl<br />
# apt-get install libapache-dbi-perl<br />
# apt-get install libnet-ip-perl<br />
# apt-get install libsoap-lite-perl</p>
<p>No Gentoo:<br />
# emerge dev-perl/XML-Simple<br />
# emerge dev-perl/Compress-Zlib<br />
# emerge dev-perl/Apache-DBI<br />
# emerge dev-perl/Net-IP<br />
# emerge dev-perl/SOAP-Lite<br />
# emerge app-portage/g-cpan<br />
# g-cpan -i XML::Entities</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como instalar o GLPI</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 12:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Santoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[Tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[Apache]]></category>
		<category><![CDATA[GLPI]]></category>
		<category><![CDATA[Instalação]]></category>
		<category><![CDATA[Mysql]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>

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		<description><![CDATA[O GLPI é um software escrito na linguagem PHP, que utiliza o banco de dados MYSQL. Tal software tem a capacidade de gerenciar a abertura e fechamento de chamados, além de gerenciar os equipamentos, licenças e outras cosias relacionadas a área de TI.  Para a instalação do GLPI, é necessário que você possua um servidor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O GLPI é um software escrito na linguagem PHP, que utiliza o banco de dados MYSQL. Tal software tem a capacidade de gerenciar a abertura e fechamento de chamados, além de gerenciar os equipamentos, licenças e outras cosias relacionadas a área de TI. </p>
<p>Para a instalação do GLPI, é necessário que você possua um servidor com Apache, PHP e MySQL. Para este tutorial estou partindo de um ponto o qual você já tenha esse ambiente configurando, pois este artigo não visa instalar o Apache, o PHP e nem o MYSQL. Caso haja dúvidas de como o fazer, entre em contato. </p>
<p>1. O GLPI necessita de, no mínimo, 64MB de memória RAM para o servidor PHP. Para alocar tal memória, abra o arquivo PHP.ini e altere a linha memory_limit para 64M, ou um valor maior; </p>
<p>2. Reinicie o seu servidor Apache; </p>
<p>3. Faça o donwload, <a title="Download GLPI" href="http://www.glpi-project.org/spip.php?action=dw2_out&amp;id=776" target="_blank" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.glpi-project.org/spip.php?action=dw2_out_amp_id=776&amp;referer=');">clicando aqui</a>, do arquivo e descompacte-o na pasta principal do seu servidor WEB (no meu caso c:\WebServer\); </p>
<p>4. Abra o navegador de sua preferência e digite a URL de seu servidor (no meu caso <a href="http://localhost/" onclick="urchinTracker('/outgoing/localhost/?referer=');">http://localhost/</a>); </p>
<p>5. A instalação será iniciada. Selecione o idioma desejado e clique em OK; </p>
<div id="attachment_35" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/01.jpg" target="_blank" rel="lightbox[32]"><img class="size-thumbnail wp-image-35" title="Instalação do GLPI - Passo 5" src="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/01-150x150.jpg" alt="Instalação do GLPI - Passo 5" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar</p></div>
<p> </p>
<p>6. Aceite os termos de licença e clique em Continuar; </p>
<div id="attachment_36" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/02.jpg" target="_blank" rel="lightbox[32]"><img class="size-thumbnail wp-image-36" title="Instalação do GLPI - Passo 6" src="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/02-150x150.jpg" alt="Instalação do GLPI - Passo 6" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar</p></div>
<p> </p>
<p>7. Clique em instalar para iniciar uma nova instalação; </p>
<div id="attachment_37" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/03.jpg" target="_blank" rel="lightbox[32]"><img class="size-thumbnail wp-image-37" title="Instalação do GLPI - Passo 7" src="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/03-150x150.jpg" alt="Instalação do GLPI - Passo 7" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar</p></div>
<p> </p>
<p>8. Caso todos os testes estejam OK basta clicar em Continuar. Caso algum erro seja apresentado, reporte via contato.<br />
Normalmente é a memória que não foi alocada (no caso de seu servidor ser Linux, você pode não ter dado permissão para o grupo apache na pasta do GLPI); </p>
<div id="attachment_38" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/04.jpg" target="_blank" rel="lightbox[32]"><img class="size-thumbnail wp-image-38" title="Instalação do GLPI - Passo 8" src="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/04-150x150.jpg" alt="Instalação do GLPI - Passo 8" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar</p></div>
<p> </p>
<p>9. Na tela do Passo 1 defina as configurações do seu banco de dados, sendo que o campo:<br />
Servidor do MYSQL, é o nome do seu servidor<br />
Usuário do MYSQL, é o usuário com acesso ao banco de dados<br />
Senha do MYSQL, é a senha do usuário de acesso; </p>
<div id="attachment_39" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/05.jpg" target="_blank" rel="lightbox[32]"><img class="size-thumbnail wp-image-39" title="Instalação do GLPI - Passo 9" src="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/05-150x150.jpg" alt="Instalação do GLPI - Passo 9" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar</p></div>
<p> </p>
<p>10. Na tela do Passo 2 selecione a opção “Criar novo banco de dados ou utilizar um existente” e preencha o campo com o nome do banco de dados de sua preferência; </p>
<div id="attachment_40" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/06.jpg" target="_blank" rel="lightbox[32]"><img class="size-thumbnail wp-image-40" title="Instalação do GLPI - Passo 10" src="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/06-150x150.jpg" alt="Instalação do GLPI - Passo 10" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar</p></div>
<p> </p>
<p>11. Na tela do Passo 3 ele lhe fornecerá o usuário e senha padrão do GLPI e lhe fornecerá o status da instalação, basta clicar em Continuar;</p>
<div id="attachment_42" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/07.jpg" target="_self" rel="lightbox[32]"><img class="size-thumbnail wp-image-42" title="Instalação do GLPI - Passo 11" src="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/07-150x150.jpg" alt="Instalação do GLPI - Passo 11" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar</p></div>
<p> </p>
<p>12. Na tela do Passo 4 ele lhe fornecerá os usuários e senhas padrão, basta clicar em Usar GLPI<br />
Pronto, sua instalação foi realizada com sucesso;</p>
<div id="attachment_43" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/08.jpg" target="_blank" rel="lightbox[32]"><img class="size-thumbnail wp-image-43" title="Instalação do GLPI - Passo 12" src="http://www.viniciussantoro.com.br/wp-content/uploads/2010/01/08-150x150.jpg" alt="Instalação do GLPI - Passo 12" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar</p></div>
<p>Em caso de dúvidas, sugestões, correções ou qualquer outra coisa, entre em contato.</p>
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