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	<title>Vinícius Santoro &#187; Música</title>
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	<description>Um blog sobre TI, fotografia, música, cinema, livros e muito mais.</description>
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		<title>P2P não ameaça músicos?</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 11:56:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Santoro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Abril Music]]></category>
		<category><![CDATA[BMG]]></category>
		<category><![CDATA[Featured Artists Coalition]]></category>
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		<category><![CDATA[Música Para Baixar]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Terça feira, dia 26 de janeiro de 2010, saiu um matéria na &#8220;Info&#8221; (info.abril.com.br) com o título &#8220;Para Radiohead, P2P não ameaça músicos&#8221;. Isso me lembrou uma discussão antiga que acontece, de o quanto a pirataria/p2p é prejudicial às bandas.</p>
<p>Alguns artistas, tais como Tunstall, Annie Lennox, Robbie Williams e até mesmo o Ed O´Brien (guitarrista do Radiohead), fazem parte de um grupo chamado &#8220;Featured Artists Coalition&#8221; que possuí o objetivo de acabar com as práticas atuais da indústria musical e permitir que os artistas ganhem mais controle sobre seu trabalho, ou seja, dizer o quanto vale seu trabalho e o que querem fazer com ele (disponibilizar para download, distribuir álbuns de graça, cobrar taxas simbólicas pela música, etc). No Brasil temos um grupo parecido, o MPB (Música Para Baixar), tal grupo defende o download de músicas, pois acredita que tal ato é apenas uma forma de divulgação do trabalho.</p>
<p>De fato, tenho minha opinião formada sobre o assunto. Creio que se as gravadoras não se adaptarem a esse novo estilo de divulgação de trabalho, e tentarem proibir o download dos álbuns dos artistas, irão apenas se frustrar, visto que o valor da tecnologia para criptografar um CD é altíssimo.</p>
<p>Certa vez fui questionado o porquê então as gravadoras estão tão preocupadas com o material de seus artistas e os mesmos não parecem dar tanta importância, às vezes até mesmo incentivando o download de seus álbuns (como acontece com o grupo O Teatro Mágico). A resposta é mais simples do que parece, e pode até mesmo ser respondida com outra pergunta. Afinal, quem é que ganha com os CDs vendidos? Os artistas ganham dinheiro com shows, camisetas, suvenires e outras coisas, mas com CDs não!</p>
<p>Grandes gravadoras faliram (como, por exemplo, a Abril Music (comprada pela BMG)) nos últimos anos justamente por seus CDs não venderem. Com isso, vemos uma tendência das grandes gravadoras remarem para o lado errado, pois ao invés de baratearem seu material (e quem sabe até mesmo disponibilizá-lo via Internet por um custo ainda menor) estão apenas aumentando o valor para tentar compensar a pirataria, com tal ação eles estão apenas dificultando ainda mais o acesso aos seus CDs (é possível notar também que o valor dos shows tem crescido como reflexo de tal ação).</p>
<p>Então, respondendo a pergunta inicial&#8230;<br />
Os artistas não sofrem tanto com a pirataria, é claro que existe uma perca de lucro, mas nada tão significativo quanto para as gravadoras. As gravadoras em 2002 vendiam cerca de 75 milhões de CDs ao ano, hoje são pouco mais de 30 milhões. Além disso, o lucro caiu de 726 milhões ao ano, para cerca de 315 milhões (quase 50%).</p>
<p>Existe uma possível/hipotética solução?<br />
Claro, minha sugestão seria disponibilizar todo o conteúdo dos artistas no formato single (apenas uma música) e não álbum (conjunto fechado de músicas) através da Internet com preços mais baixos, visto que não existe o custo da confecção dos CDs.<br />
Particularmente, compro música eletrônica através de um famoso site (beatport.com), pois a qualidade do som de um arquivo WAV é absurdamente melhor.</p>
<p>Agora só falta saber se as gravadoras irão se reinventar ou se irão continuar a lutar contra um destino quase certo.</p>
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